Burnout
7 sinais de burnout na equipe que a liderança não pode ignorar
O burnout raramente aparece de repente. Conheça os sinais precoces nas equipes e o que o gestor pode fazer antes do afastamento.
Por Equipe Selo Magna · · 1 min de leitura
A síndrome de burnout é reconhecida pela OMS como um fenômeno ocupacional (CID-11, QD85). Em 2025, o Brasil registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais, um recorde segundo dados do INSS. Antes de chegar ao afastamento, porém, a exaustão dá sinais.
Os 7 sinais mais comuns
- Cansaço que não passa com o descanso. Segunda-feira parece sexta.
- Cinismo e distanciamento. Quem era engajado passa a dizer “tanto faz”.
- Queda de desempenho e erros bobos em tarefas que a pessoa dominava.
- Irritabilidade e conflitos mais frequentes.
- Atestados curtos e recorrentes.
- Trabalho fora de hora e dificuldade de desconectar.
- Isolamento: menos participação em reuniões e conversas.
O que o gestor pode fazer
- Conversar com cuidado, sem diagnosticar: pergunte como a pessoa está e escute.
- Rever carga e prioridades junto com ela.
- Não normalizar horas extras constantes.
- Encaminhar para apoio profissional quando necessário, com sigilo.
E o que a empresa pode fazer
O burnout é, antes de tudo, um problema de organização do trabalho. Por isso a solução passa por diagnóstico, ajustes de gestão e acompanhamento de indicadores, exatamente o que a NR-1 passou a exigir no PGR.
Veja quanto o burnout pode custar para uma empresa de 100 pessoas.
Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação profissional. Em caso de sofrimento intenso, procure um profissional de saúde ou o CVV (188).
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